Samba Que Eu Quero Ver

Mostra Cultural Samba Que Eu Quero Ver: quarto dia do evento contou com exibição de filmes e exposição artística

A segunda edição da Mostra Cultural de Bamba – Samba Que Eu Quero Ver conta com uma programação vasta para todos os públicos. Nesta quinta-feira (18), o dia foi de exibição de filmes nacionais e exposição do artista visual capixaba JV Abreu. As ações, realizadas no HubES+, no Centro de Vitória, aconteceram durante todo o dia e tiveram a entrada gratuita.  As sessões de cinema, que exibiram filmes brasileiros cuidadosamente selecionados sob o tema da mostra “Samba é a Vida da Cidade”, receberam jovens de diferentes Centros de Referência da Juventude (CRJ) da Grande Vitória, levando-os a uma imersão pelas diferentes manifestações artísticas que giram em torno do samba. A ação permitiu que pessoas de diversas idades e origens participassem, vivenciando a diversidade e a riqueza cultural do samba por meio da linguagem cinematográfica. Entre os filmes exibidos, podemos destacar “Andança: os encontros e as memórias de Beth Carvalho”, dirigido por Pedro Bronz. As imagens do documentário são parte do vasto acervo da cantora nas mais diferentes mídias: super-8, vh-s, mini-dv, k7 e fotos. O filme se debruça sobre esse material de Beth Carvalho para traçar um recorte único, íntimo da carreira e da vida dessa singular figura da cultura nacional. Outro grande destaque do evento foi a exposição artística “Correria”, do talentoso artista visual e historiador JV Abreu. O momento atraiu admiradores da arte e curiosos para explorar as obras que refletem sobre as identidades afro-capixabas. Pensando na História e Arte como ferramentas de formação positiva das identidades negras, “Correria” apresenta obras que dialogam desde referências do Antigo Egito até elementos contemporâneos da moda periférica “Essa foi minha primeira exposição e tudo isso reacendeu meu desejo de viver de arte. Estou muito feliz! Minha intenção com ‘Correria’ é refletir sobre as identidades afro-capixabas, destacando a influência das culturas, estéticas e atividades do cotidiano nas cidades e comunidades, o que tem tudo a ver com o tema da mostra”, contou JV Abreu. Com o tema “O Samba é a Vida da Cidade”, a segunda edição do Samba que Eu Quero Ver tem deixado sua marca na capital capixaba, sendo a primeira mostra cultural do estado a tratar exclusivamente do samba. Acompanhe toda a programação através do site www.sambaqueeuquerover.com.br e do Instagram @sambaqueeuquever O Samba que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba acontece desde 2022 e possui o patrocínio master da Petrobras/Programa Petrobras Cultural, patrocínio premium do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Grupo Tristão. Conta com a parceria do Hub ES+, que faz parte do programa ES+ Criativo, realizado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, e apoio institucional da Rede Gazeta, do Movimento “Somos Capixabas” e da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial – ES (Liesge). A produção é da Odoyá Arte & Cultura, Machê Arte & Cultura, LC Market e Terreiro de Ideias e a sua realização é da Lúdica Audiovisual e do Governo Federal por meio do Ministério da Cultura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Mostra de cinema e shows marcam abertura oficial da segunda edição do Samba Que Eu Quero Ver

Na última quarta-feira (17), a Mostra Cultural de Bamba – Samba Que Eu Quero Ver teve sua abertura oficial, destacando produções audiovisuais e performances musicais locais. Os filmes “Mulheres do Quilombo”, fruto da “Oficina Petrobras Carnaval que Eu Quero Ver”, e “Samba e Jazz” do renomado diretor Jefferson Mello, roubaram a cena. “Mulheres do Quilombo” não apenas representa um acervo do carnaval capixaba, mas também destaca a importância de capacitar jovens na produção audiovisual, proporcionando acesso a técnicas e equipamentos de filmagem. Além disso, a iniciativa visa sensibilizar o público para as narrativas inspiradoras que emergem das comunidades periféricas, focando no protagonismo feminino. “O lançamento de “Mulheres do Quilombo” foi uma oportunidade imperdível para o público apreciar o talento desses jovens cineastas e se envolver nas histórias de mulheres que compõem o Carnaval Capixaba. A oficina de formação audiovisual continua nesta segunda edição e os jovens selecionados também estão na produção de mais um material”, afirmou a organização do evento. Já o longa de Jefferson Mello, reconhecido fotógrafo com mais de duas décadas de experiência, trouxe seu olhar único para o universo do jazz. Ao explorar as similaridades entre os aspectos musicais e comportamentais de habitantes de diferentes cidades, “Samba & Jazz” proporciona uma jornada cinematográfica única. A noite encerrou em grande estilo na Praça Getúlio Vargas, com os contagiantes shows do Veloso Quarteto e do Pura Raiz. O Samba, Jazz e Chorinho ecoaram, deixando um convite para todos acompanharem a programação até sábado. Fique por dentro de tudo através do site www.sambaqueeuquerover.com.br e do Instagram @sambaqueeuquever O Samba que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba acontece desde 2022 e possui o patrocínio master da Petrobras/Programa Petrobras Cultural, patrocínio premium do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Grupo Tristão. Conta com a parceria do Hub ES+, que faz parte do programa ES+ Criativo, realizado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, e apoio institucional da Rede Gazeta, do Movimento “Somos Capixabas” e da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial – ES (Liesge). A produção é da Odoyá Arte & Cultura, Machê Arte & Cultura, LC Market e Terreiro de Ideias e a sua realização é da Lúdica Audiovisual e do Governo Federal por meio do Ministério da Cultura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Oficinas e Roda de Conversa agitam os primeiros dias da Mostra Cultural Samba que Eu Quero Ver 

A segunda edição da “Mostra Cultural de Bamba Capixaba – Samba Que Eu Quero Ver” tem agitado o Centro de Vitória, e os primeiros dias foram um verdadeiro sucesso com cerca de 100 participantes. O evento começou nesta segunda-feira (15) com a oficina de cobertura audiovisual Carnaval Que Eu Quero Ver, e vai até sábado (20). Dentre os destaques da programação, também foi realizada uma roda de conversa sobre carnaval e estratégias de mercado, além de uma oficina de Samba no pé. As atividades aconteceram no HUB ES+, onde são realizadas todas as atividades formativas. Já os shows acontecem no Palco Petrobras na  Praça Getúlio Vargas.  Com a oficina de Cobertura Audiovisual, 20 alunos estão vivenciando uma imersão no universo cinematográfico com aulas de roteiro, direção e montagem, além de aulas práticas, onde vão a campo ter a experiência de um set de filmagem para registrar e documentar os bastidores do 3º maior carnaval de avenida do Brasil. Todos os participantes recebem uma bolsa de R$500. Segundo a organização, foram recebidas cerca de 200 inscrições para a oficina de cobertura audiovisual, que conta com a facilitação do cineasta André Felix. “Este sucesso evidencia a demanda e o interesse crescente por atividades que valorizam e preservam a tradição do carnaval capixaba.”, destaca a organização do evento. Além da oficina, a primeira roda de conversa da mostra também foi o grande destaque do dia. Com o tema “Um Negócio Chamado Carnaval – Inovação, Criatividade e Estratégia de Mercado” , o momento reuniu especialistas no assunto, enriquecendo as discussões e promovendo troca de ideias valiosas para pensar o mercado do carnaval capixaba. Patrick Rocha, diretor de marketing da Mocidade Unida da Glória, a MUG, destacou a importância de se pensar a história do carnaval para trabalhar com inovação. “Ao pensar o samba e o carnaval hoje como elemento principal da identidade da cultura brasileira, precisamos retomar a ideia do surgimento do samba no Brasil considerando quando suas manifestações eram veladas e cerceadas pelo poder estatal.”, afirmou. João Filipe Moysés, diretor de carnaval da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial do ES (Liesge) abordou as inovações e os novos modelos de negócios do carnaval capixaba. “Temos inovado na questão da cobertura do evento, na produção de conteúdo nas redes sociais, entre outros, além de ações para além das datas do carnaval oficial. Mas sempre temos muito cuidado para fazer o novo, porém, preservando a tradição”, comentou. E pra quem tinha o desejo de aprender a sambar com um especialista no assunto, a mostra contou com a participação especial de Vini Sayos, renomado artista com mais de 14 anos de experiência em dança, que ministrou a oficina de Samba no Pé.  Vini, conhecido por seu trabalho em programas sociais e em instituições culturais, trouxe sua expertise para ensinar o miudinho, samba no pé e outras modalidades, enriquecendo ainda mais a programação diversificada do evento. O Samba que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba acontece desde 2022 e possui o patrocínio master da Petrobras/Programa Petrobras Cultural, patrocínio premium do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Grupo Tristão. Conta com a parceria do Hub ES+, que faz parte do programa ES+ Criativo, realizado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, e apoio institucional da Rede Gazeta, do Movimento “Somos Capixabas” e da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial – ES (Liesge). A produção é da Odoyá Arte & Cultura, Machê Arte & Cultura, LC Market e Terreiro de Ideias e a sua realização é da Lúdica Audiovisual e do Governo Federal por meio do Ministério da Cultura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Para mais informações sobre a programação, acesse o site oficial: www.sambaqueeuquerover.com.br.

Carnaval, Identidade e Negócios são temas de rodas de conversa do Samba Que Eu Quero Ver

Além de muita música, a segunda edição da Mostra Cultural de Bamba Capixaba – Samba que Eu Quero Ver também contará com muito bate-papo por meio das rodas de conversa com especialistas. A primeira, com o tema “Um Negócio Chamado Carnaval – Inovação, Criatividade e Estratégia de Mercado”, acontece na terça-feira, 16 de janeiro, já a que abordará sobre “Carnaval e Identidade – O Papel dos Blocos de Rua e a Ocupação da Cidade”, acontece na sexta-feira, 19 de janeiro, ambas às 18h, no HubES+. Especialistas de vários estados irão enriquecer a conversa trazendo diferentes perspectivas sobre cada tema. Confira: Um negócio chamado carnaval: inovação, criatividade e estratégia de mercado  com Wallace Palhares (Liga RJ), João Filipe Moyses (Liga ES). Patrick Rocha (Diretor administrativo Mocidade Unida da Glória) Data – 16/01 (ter) Horário – 18h às 20h Local – Sala Criativa do HubES+ Esta roda vai refletir sobre os novos modelos de negócios do carnaval, estabelecendo uma análise comparativa do mercado RJ x ES, debatendo as inovações em contratos de patrocínio, a estratégica criativa dos mini desfiles, novos modelos de parcerias e negócios, comercialização de espaços de arena, bem como direitos de transmissão dos desfile. Carnaval e identidade: o papel dos blocos de rua e a ocupação da cidade Com Edson Bomfim (Bloco Coisa de Negres), Walter Pereira (Cacique de Ramos), Rayane Loiola (Bloco Afro Kizomba e Marcus Vinicius (Conselho Municipal de Cultura) Data – 19/01 (sex) Horário – 18h às 20h Local – Auditório do HubES+ Nesta roda de conversa vamos refletir sobre o papel dos blocos de carnaval de rua e a relação entre o direito à cidade, os processos de ocupação das ruas pelos blocos de carnaval em outros Estados, o case e as impressões do Bloco Cacique de Ramos e como se consolidou um dos maiores blocos de carnaval de rua,  debater como o processo de revitalização do Centro de Vitória também perpassa pelo carnaval de rua, com os representantes dos Blocos Afro locais, entre outras provocações. Com o tema “O Samba é a Vida da Cidade”, a segunda edição da ‘Mostra Cultural de Bamba Capixaba – Samba que Eu Quero Ver’ vai agitar a capital do Espírito Santo com mais de 40 horas de evento. Filmes, shows, exposições, oficinas e rodas de conversas são algumas atrações deste evento, que acontecerá entre os dias 16 e 20 de janeiro de 2024, no HubES+ e Praça Getúlio Vargas, no Centro de Vitória. A mostra é totalmente gratuita e tem atividades para todas as idades. O Samba que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba acontece desde 2022 e é patrocinado pelo Instituto Cultural Vale e pelo Grupo Tristão. Conta com a parceria do Hub ES+, que faz parte do programa ES+ Criativo, realizado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, e apoio institucional da Rede Gazeta, do Movimento “Somos Capixabas” e da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial – ES (Liesge). A produção é da Odoyá Arte & Cultura, Machê Arte & Cultura, LC Market e Terreiro de Ideias e a sua realização é da Lúdica Audiovisual e do Governo Federal por meio do Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura.

Nei Lopes, Mestre do Samba Nacional, realiza palestra gratuita em Vitória

No dia 20 de janeiro, das 9h às 10h30, o renomado acadêmico, sambista, escritor e compositor Nei Lopes estará presente em terras capixabas para uma palestra gratuita no Auditório HubES+, no Centro de Vitória. O evento faz parte da segunda edição do Samba que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba, que vai marcar o pré-carnaval em Vitória com mais de 40 horas de programação. Nei Lopes, figura emblemática do samba nacional, compartilhará sobre a história do samba e os desafios que essa expressão cultural enfrentou até se tornar o grande símbolo nacional que é hoje. Uma oportunidade única para os amantes da cultura brasileira e do samba conhecerem de perto a trajetória desse ícone. Além de suas contribuições acadêmicas, Nei Lopes é reconhecido por suas composições gravadas por artistas consagrados, como Alcione, Beth Carvalho e Clara Nunes. Sua ligação afetiva com escolas de samba notáveis, como a Acadêmicos do Salgueiro e Vila Isabel, reflete seu compromisso duradouro com o samba e a tradição cultural carioca. O músico também lançou álbuns memoráveis, incluindo o premiado “Partido ao Cubo”. Além de palestrante, Nei será um dos homenageados desta edição da mostra. Com o tema “O Samba é a Vida da Cidade”, o Samba que Eu Quero Ver contará com 3 oficinas, 2 rodas de conversa, 4 sessões de cinema totalizando 12 filmes, 10 shows, além de palestra e exposição artística. O evento  acontecerá entre os dias 16 e 20 de janeiro, totalmente gratuito, com atrações para todas as idades. Além de palestrante, Nei será um dos homenageados desta edição O Samba que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba acontece desde 2022 e é patrocinado pelo Instituto Cultural Vale e pelo Grupo Tristão. Conta com a parceria do Hub ES+, que faz parte do programa ES+ Criativo, realizado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, e apoio institucional da Rede Gazeta, do Movimento “Somos Capixabas” e da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial – ES (Liesge). A produção é da Odoyá Arte & Cultura, Machê Arte & Cultura, LC Market e Terreiro de Ideias e a sua realização é da Lúdica Audiovisual e do Governo Federal por meio do Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura. Confira a programação completa no site www.sambaqueeuquerover.com.br ou no Instagram @sambaqueeuquerover .

Inscrições abertas para oficinas gratuitas de bateria de escola de samba para crianças 

Projeto Samba que Eu Quero Ver realizará oficinas para crianças em janeiro na Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória. As inscrições vão até 08 de janeiro Para fortalecer ainda mais o ritmo que ecoa nas ruas e morros capixabas, a 2ª edição do projeto Samba Que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba está com inscrições abertas até 08 de janeiro para a oficina gratuita de bateria de escola de samba para crianças na praça Costa Pereira, no Centro de Vitória. A aula acontecerá no sábado, 20 de janeiro, de 10h às 12h. As inscrições estão disponíveis no site www.sambaqueeuquerover.com.br.  Podem participar crianças de 7 a 14 anos, interessadas em aprender sobre o universo das baterias de escolas de samba. A ação busca trabalhar a percepção rítmica das crianças, trazendo para o público infantil a familiarização e diferenciação dos instrumentos que compõem uma bateria de escola de samba. Será realizada aula de ritmo, percepção musical e formação de uma mini bateria, buscando, de forma indireta, envolver toda a família na atividade, contribuindo, assim, para a formação de novos público e no fortalecimento e transmissão da herança do samba para novas gerações e formação de novos ‘sambistinhas’. A ação será conduzida pelo músico Glaydson Santos, produtor responsável pela gravação dos CDs e DVDs dos sambas-enredo de Vitória desde 2003 e atualmente Mestre de Bateria da Unidos de Jucutuquara, além de trabalhar na educação infantil como professor de matemática.  Além da oficina, em homenagem ao samba, o Centro de Vitória receberá uma programação gratuita de filmes, música, exposição fotográfica, oficinas, feira gastronômica e rodas de conversa que vão ocupar a Praça Costa Pereira na semana seguinte ao Dia Nacional do Samba. O projeto defende a necessidade de fortalecer e fomentar a produção artística sobre o tema no estado, e o resgate dessa parte da identidade capixaba tão relevante, mas ainda tão pouco reconhecida dentro e fora do Espírito Santo. O Samba que Eu Quero Ver é patrocinado pelo Instituto Cultural Vale e pelo Grupo Tristão com a produção da Odoyá Arte & Cultura, Machê Arte & Cultura, LC Market, e Terreiro de Ideias. Sua realização é da Lúdica Audiovisual e do Governo Federal por meio Ministério da Cultura via Lei de Incentivo à Cultura. OFICINA SAMBINHA QUE EU QUERO VER

Inscrições abertas para Oficina de Cobertura Audiovisual de Carnaval gratuita e com bolsa de R$500

Até 03 de janeiro de 2024, estão abertas as inscrições para a Oficina de Cobertura Audiovisual – Carnaval Que Eu Quero Ver, que proporcionará uma experiência imersiva de cobertura de carnaval com a produção de um documentário Os bastidores do carnaval capixaba nas telas. A 2ª edição do Samba que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba, que acontece entre os dias 16 e 20 de janeiro de 2024 com bate-papos, oficinas, cinema, shows, exposições e feira criativa, está com inscrições abertas até o dia 3 de janeiro para a “Oficina de Cobertura Audiovisual – Carnaval Que Eu Quero Ver.” Será produzido um documentário sobre o que acontece por trás do carnaval capixaba antes das escolas tomarem as avenidas. Os selecionados receberam uma bolsa de R$500,00.    Podem se inscrever pessoas com idade a partir de 18 anos, e que sejam, preferencialmente, membros das agremiações da Grande Vitória. As oficinas serão presenciais do dia 15 a 29 de janeiro, exceto aos fins de semana, sendo divida em etapa teórica e prática com carga horária de 40h. São 20 vagas para preenchimento e os interessados devem se inscrever em www.sambaqueeuquerover.com.br/oficinas-2023    Os selecionados irão explorar o universo dos bastidores do carnaval em duas etapas: uma introdução teórica abordando roteiro, linguagem cinematográfica e operação de câmera; e a segunda etapa, uma experiência prática nas ruas capturando entrevistas e barracões das escolas de samba, proporcionando uma imersão única no 3º maior carnaval de avenida do Brasil.  Os desfiles das escolas de samba são resultado de uma construção coletiva, sendo o desfile, em si, o produto final. A oficina propõe algumas formas de realizar coberturas audiovisuais, onde a magia acontece, registrando e produzindo um acervo audiovisual do processo de criação que produzem essa grande arte e fazem esse espetáculo ganhar forma em terras capixabas.  Adorado por todas as idades, o samba faz parte da identidade do Espírito Santo, e a partir do evento multicultural Samba que Eu Quero Ver – Mostra Cultural de Bamba, que conta com música, filme, discussões com convidados especiais especialistas em samba e audiovisual, o público tem a oportunidade de conhecer e vivenciar a riqueza cultural de seu legado com influências de manifestações culturais regionais únicas, como o congo, o jongo e o ticumbi. A iniciativa é uma oportunidade de apoiar a construção da memória social do samba capixaba, passando pelas tradições até as políticas públicas que impulsionaram para que o nosso desfile de carnaval de avenida se tornasse o que é na atualidade. Se o samba brasileiro é patrimônio imaterial da humanidade, o nosso samba capixaba também é patrimônio do Brasil. O Samba que Eu Quero Ver é patrocinado pelo Instituto Cultural Vale e pelo Grupo Tristão com a produção da Odoyá Arte & Cultura, Machê Arte & Cultura, LC Market e Terreiro de Ideias. Sua realização é da Lúdica Audiovisual e do Governo Federal por meio Ministério da Cultura via Lei de Incentivo à Cultura. Lúdica Audiovisual A Lúdica Audiovisual é uma produtora que atua no mercado independente de cultura e audiovisual no país desde 2010. Tem como foco a criação e realização de eventos educativos e culturais sobre equidade de gênero, memória, diversidade, representação e identidades brasileiras. Em sua trajetória atuou na produção de conteúdos e eventos para empresas como Sesc, Petrobras, Vale, Senac, EDP, entre outras.

A vida e o samba: quando os dois se misturam

No coração pulsante do Brasil, o samba reina supremo, entrelaçando-se com a identidade e a história do país. O samba é tão importante que tem um dia todinho só pra ele no calendário nacional: 2 de dezembro! O Dia Nacional do Samba é uma homenagem ao mestre Ary Barroso, renomado compositor brasileiro nascido em 1903, responsável por clássicos atemporais como “Aquarela do Brasil”. A data foi oficialmente instituída em 1962. Muito mais do que um ritmo musical, o samba envolve toda uma cultura, faz parte da história de construção do Brasil como conhecemos hoje, além de ser lazer, gerar emprego e renda. Para celebrar o dia destacamos a história de duas mulheres que vivem do samba: Débora Aquino, Coordenadora do Grupo de Passistas e da Comissão de Frente da Unidos da Piedade, e Iamara Nascimento,  diretora e colunista do Portal Viva Samba, maior portal capixaba de samba. Quando não está na escola de samba, Débora Aquino está no bar da Zilda trabalhando na parte técnica do som das rodas de samba. Para quem é da Grande Vitória fica fácil identificar a origem da paixão de Débora pelo samba: ela é filha da Zilda, do bar da Zilda. Atualmente atua na Escola de Samba Unidos da Piedade, mas também já trabalhou em outras escolas da capital capixaba. Débora é daquelas pessoas dos bastidores, não fica na frente dos holofotes, mas é parte fundamental da engrenagem que faz toda magia do carnaval acontecer. “Já fiz um pouco de tudo no carnaval, desde ajudar no ateliê de fantasia,  até fazer comida e tocar na bateria. Já trabalhei duro no barracão e fui apoio em outras escolas. Hoje sou Coordenadora do Grupo de Passistas e da Comissão de Frente. Me sinto uma filha do carnaval capixaba!”, afirmou Débora. Podemos dizer que é só de samba que vive Débora. Aliás, não só ela, como também a carnavalesca Iamara Nascimento. Iamara é de família de sambistas, seu avô foi fundador da Batucada Chapéu do Lado e ela teve três tios presidentes da Unidos da Piedade. “Comecei a desfilar aos 5 anos. Já fui passista,  coordenadora de comissão de frente, diretora de escola de samba,, pesquisadora de samba, já escrevi enredo, fiz parte da comissão de carnaval e também sou comentarista”, contou. Iamara diz que o samba a escolheu. Seu amor por essa cultura rendeu o maior portal de samba capixaba do Espírito Santo, o Viva Samba. Ela conta que na primeira década dos anos 2000 era muito difícil divulgar na mídia as pautas do carnaval capixaba, então ela e outros diretores de escolas de samba capixabas se juntaram e criaram seu próprio site de notícias.  “Nós não tínhamos dinheiro, fazíamos tudo por amor. Já teve noite em que nos dividimos para cobrir três eventos ao mesmo tempo, escrever a matéria e publicar. Fomos crescendo, ganhando outros apoiadores e nos tornamos o maior portal de notícias sobre o samba capixaba. Acabamos virando fonte para os grandes veículos de comunicação do ES. Meu maior orgulho é que conseguimos dar mais visibilidade ao nosso carnaval”, afirmou. Essa iniciativa não apenas enaltece o carnaval capixaba, mas também evidencia o potencial transformador do samba, capaz de unir comunidades e se tornar um farol cultural em um cenário desafiador. Para Débora e Iamara o samba é vida! E, para nós, é a vida da cidade. Não é atoa que ele foi o primeiro gênero musical do Brasil a se tornar obra-prima do patrimônio oral e imaterial da humanidade pela Unesco. Este título não é apenas uma distinção honorária, mas um reconhecimento da vitalidade e da profundidade que o samba empresta à nossa existência coletiva.  Que assim como Débora e Iamara, continuemos a preservar e celebrar essa manifestação única de nossa identidade nacional, garantindo que o samba siga ecoando em nossos corações e ruas, conectando gerações e perpetuando sua eterna magia. Viva o Dia Nacional do Samba! Aline Almeida

Oficina de Percussão Infantil agitou a tarde de crianças da periferia de Vitória

Na tarde desta segunda-feira (27), o Instituto João XXIII foi palco de uma experiência única para 25 crianças do Território do Bem, região que envolve nove bairros da periferia de Vitória. A iniciativa faz parte da programação do “Samba Que Eu Quero Ver”, trazendo a cultura do samba durante o Novembro Negro. O mês de novembro, marcado pelo Dia da Consciência Negra, é propício para reflexões sobre a herança cultural e o combate ao racismo. A oficina de bateria visa não apenas apresentar os ritmos envolventes do samba, mas também instigar o orgulho e a alegria de celebrar a cultura negra por meio da música. Mônica Boiteux, Coordenadora de Projetos Sociais do Instituto, contou que a maior parte dos estudantes do João XXIII são negros, então é fundamental resgatar esses elementos da cultura negra, gerando pertencimento para essas crianças. “Estamos muito felizes em realizar essa ação aqui no instituto! Temos trabalhado a questão da negritude com as crianças e os instrumentos de percussão  trazem essa batida que vem da África e tomou conta do Brasil. Queremos que esse projeto cresça e pretendemos trabalhar com percussão ao longo de todo o ano”, contou Mônica. O samba, considerado uma arte ancestral do povo preto, desempenha um papel significativo na transformação social. A escola de samba, assim como a instituição educacional que acolheu a oficina, é um espaço de ensino, aprendizagem e descobertas. Ambas desempenham um papel crucial na formação de novos talentos e na promoção da cultura. A iniciativa foi viabilizada pelo patrocínio do Grupo Tristão, em parceria com a Lúdica Audiovisual e o Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Wanda Núbia Vargas, Secretária da Diretoria do Grupo Tristão, prestigiou a oficina e saiu de lá encantada com a rapidez de aprendizagem das crianças. “Nosso grupo tem o maior prazer em incentivar a cultura, o esporte e a educação. Nós apoiamos diversas iniciativas e nossa maior alegria é ver o rostinho de felicidade dessas crianças. Todas elas tem muito potencial, só precisam das oportunidade!”, afirmou Wanda. A oficina foi conduzida por Glaydson Santos, professor de matemática, músico e mestre de bateria da Unidos de Jucutuquara. Com expertise acumulada ao longo dos anos, Glaydson guiou as crianças pelo universo da percussão, ensinando não apenas os ritmos, mas também a função de cada instrumento na formação de uma mini bateria. Aline Almeida